SUSTENTABILIDADE

Tire suas dúvidas sobre energia solar

Sinônimo de inovação e conscientização ambiental, a energia solar está cada vez mais presente nas ruas do País. Aqui no Granja Marileusa, imóveis comerciais e residenciais já aderiram a essa nova forma de gerar energia, utilizando as placas da Alsol Energias Renováveis. Tem dúvidas sobre o assunto? Nós te ajudamos a responder algumas delas. Confira ,e depois, veja como sua empresa pode entrar nessa onda e fazer parte do primeiro micropolo de Uberlândia.

1. Por que a energia solar contribui com o meio ambiente?

Essa energia é natural e dispensa as fontes convencionais, como os combustíveis fósseis ou pela geração hidráulica. Assim, a adoção da energia solar reduz a emissão de gases de efeito estufa e também a construção de novas usinas hidrelétricas, que causam sérios impactos ambientais.

2. Por que ela é econômica?

Essa energia vem do sol, uma luz natural e existe em abundância no planeta. Com isso, seu custo de exploração é bem menor que o da energia convencional, o que traz grande economia para os consumidores.

3. E à noite e em dias de chuva?

Durante a noite e em períodos de chuva prolongados há uma carência do calor para gerar a energia solar, mas os consumidores não precisam e preocupar, pois não ficam sem energia! Nesse caso, é ativado um sistema de aquecimento, que permite que a temperatura da água (que faz o funcionamento do sistema) continue nos níveis necessários.

Mesmo com a atuação desse sistema de aquecimento a economia continua sendo compensadora, o suficiente, inclusive, para pagar o investimento da instalação do equipamento.

Há, também, as placas de geração de energia fotovoltaica, que usam uma tecnologia mais desenvolvida capaz de preservar a energia para que seja usada quando a sua fonte — o Sol — não estiver disponível. Estas placas estão presentes nos prédios do Granja Marileusa.

4. O que é a energia fotovoltaica?

A energia fotovoltaica aproveita o potencial energético da luz solar. O equipamento utiliza as células fotovoltaicas, que são dispositivos que convertem a luz do Sol em energia elétrica.

5. E se houver excesso na geração de energia?

Quando um prédio que adota a energia fotovoltaica gera mais energia do que consome, ele passa de consumidor para gerador. Assim, além de não pagar a conta de energia, ele ainda tem créditos para utilizar em outras ocasiões – se um dia acontecer da geração não ser o suficiente para cobrir a demanda, por exemplo.

Quem garante isso é a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor. Portanto, além de economizar com a possibilidade da redução de consumo, o prédio poderá economizar ainda mais com o recebimento dos créditos.

6. Qual o tempo de retorno do investimento?

O retorno do investimento de um sistema fotovoltaico está vinculado a uma série de fatores, como o potencial de geração, a eficiência do sistema e o custo da energia elétrica na cidade onde ele for instalado.

Considerando a média dos resultados obtidos em outras instalações, é possível fazer uma avaliação bastante aproximada quanto ao tempo de retorno do investimento, que é estimado pelos especialistas em cinco anos.

Como o equipamento dura, em média, 25 anos, é possível afirmar que quem faz o investimento receberá energia inteiramente gratuita durante 20 anos.

No Portal Solar, especializado no setor, está disponível um simulador que permite a obtenção do custo médio de instalação de um sistema fotovoltaico considerando as demandas de consumo.

7. Como é o uso em condomínios?

O sistema fotovoltaico pode gerar energia tanto para o uso do próprio condomínio quanto ser compartilhado com as unidades autônomas. Tudo vai depender da capacidade de geração.

Contudo, é preciso considerar que a energia fotovoltaica deve ser destinada a consumos de baixa potência, como os da iluminação. Equipamentos de alta potência — como os elevadores e condicionadores de ar — devem continuar recebendo o abastecimento que é fornecido pela concessionária.

Também é conveniente considerar que a economia obtida em todo o conjunto pode até ser suficiente para compensar a energia que precisa ser adquirida da distribuidora, o que acarretará uma considerável redução na taxa condominial.

Com todas essas informações, você já tem como se decidir sobre o uso da energia solar em prédios e condomínios. Porém, se você ainda tem alguma dúvida ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe abaixo o seu comentário!

Fonte: Planeta

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